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<HIPERvídeo>
Friday 28 March 2008 - 14:58:05
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Hibridização de Linguagens
Wednesday 20 February 2008 - 14:46:29
O processo de comunicação tem a linguagem como principal suporte ordenador de conteúdo, responsável por materializar as necessidades de representação de pensamentos e trocas de informações.
A hipermídia é uma linguagem estruturada da mistura entre diferentes linguagens, diferentes possibilidades de percepção e apreensão do mundo. Uma mistura possível a partir da convergência dos meios, do suporte multimídia, mas, essencialmente, da relação entre a obra e o leitor/usuário. Por este motivo, é possível afirmar que a obra hipermidiática está em constante processo evolutivo (não é e nem poder ser uma obra acabada) e os dois elementos mais importantes na caracterização de sua linguagem são o link e o conteúdo. Elementos estreitamente relacionados, pois, o link esvaziado da sua relação na construção do conteúdo, servirá apenas como mero elemento estético ou simplesmente técnico. Segundo o prof. Dr. Vicente Gosciola, “ realizar hipermídia implica: orientar sobre a localização dos links e dos conteúdos; informar sobre a navegação da saída; informar sobre a chegada de um novo conteúdo” (2003, p.205). É importante ter claro que qualquer tipo de trabalho nesse novo suporte não deve estar a serviço do software ou do conteúdo técnico, mas sim do usuário e de suas demandas interativas. Para que realmente possamos falar em interatividade.
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Roteiro para Novas Mídias
Tuesday 12 February 2008 - 14:43:48
Em relação aos roteiros para narrativas audiovisuais, o pesquisador Vicente Gosciola (Roteiro para as Novas Mídias. São Paulo: Editora Senac, 2003) afirma que “não tem como prever as ocorrências entre usuário e obra” (p.204). A roteirização para novas mídias deve ter como princípio básico estimular o usuário a localizar e compreender a presença e a complementação do conteúdo que está sendo proposto, para que ele possa assimilar o conjunto da obra.
Por outro lado, a problemática dessa nova forma de estruturação, que não é mais seqüenciada, de ordem linear, e sim, “multisseqüêncial”, “multidimensional”, “multilinear” ou “não-linear”, se inicia exatamente neste ponto: qual terminologia tem o poder de representar essa nova forma de fazer?
Para alguns autores, entre eles Luli Radfaher (Design/Web/Design. São Paulo: MarketPress, 2000) e Janet Murray (Hamlet no Holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço, São Paulo: Itaú Cultural: Unesp, 2003) o termo não-linear (base para o hipertexto da hipermídia), no plano narrativo, não consegue levar ao desfecho do enredo ou ao destino dos personagens (ou das idéias centrais). Pois “em hipertexto, há uma construção de vários caminhos de leituras que levam aos respectivos destinos dos personagens, mas depende do modo pelo qual os autores organizam seus conteúdos através dos links” (GOSCIOLA: 2003, p.99). A interatividade, colocada como ponto, produz mais um tipo de cruzamento na relação entre autor e usuário (que deixa de ser apenas leitor), influenciando na possível construção de um emaranhado de possibilidades individuais. Enquanto para alguns, só os termos “multidimensional” ou “multilinear” conseguem proporcionar um meio para múltiplas leituras, pontos de vista e conhecimento completo da trajetória dos personagens e da organização central de idéias, de acordo com Vicente Gosciola “para a discussão do percurso do usuário pela obra hipermidiática, vale utilizar o termo não-linearidade porque o leitor/usuário, invariavelmente, não desenvolve uma leitura/utilização simultânea dos vários conteúdos de uma obra hipermidiática. A cada nova opção do leitor/usuário há o contato com um novo conteúdo, substituindo-se a atenção de um para outro”. Por isso, para Gosciola, os termos sugeridos “servem para descrever a estruturação da obra, mas não alcançam o seu modo de utilização” (2003, p.99-100).
Grandes dúvidas surgem dessa relação entre a construção do hipertexto (introdução de links) e a constituição de conteúdos “coerentes” com a captação da atenção do usuário e as idéias centrais.
Continua existindo uma idéia central? Do autor?
Ou as construções realmente passam a ser o resultado de investigações individuais?
Por outro lado, a problemática dessa nova forma de estruturação, que não é mais seqüenciada, de ordem linear, e sim, “multisseqüêncial”, “multidimensional”, “multilinear” ou “não-linear”, se inicia exatamente neste ponto: qual terminologia tem o poder de representar essa nova forma de fazer?
Para alguns autores, entre eles Luli Radfaher (Design/Web/Design. São Paulo: MarketPress, 2000) e Janet Murray (Hamlet no Holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço, São Paulo: Itaú Cultural: Unesp, 2003) o termo não-linear (base para o hipertexto da hipermídia), no plano narrativo, não consegue levar ao desfecho do enredo ou ao destino dos personagens (ou das idéias centrais). Pois “em hipertexto, há uma construção de vários caminhos de leituras que levam aos respectivos destinos dos personagens, mas depende do modo pelo qual os autores organizam seus conteúdos através dos links” (GOSCIOLA: 2003, p.99). A interatividade, colocada como ponto, produz mais um tipo de cruzamento na relação entre autor e usuário (que deixa de ser apenas leitor), influenciando na possível construção de um emaranhado de possibilidades individuais. Enquanto para alguns, só os termos “multidimensional” ou “multilinear” conseguem proporcionar um meio para múltiplas leituras, pontos de vista e conhecimento completo da trajetória dos personagens e da organização central de idéias, de acordo com Vicente Gosciola “para a discussão do percurso do usuário pela obra hipermidiática, vale utilizar o termo não-linearidade porque o leitor/usuário, invariavelmente, não desenvolve uma leitura/utilização simultânea dos vários conteúdos de uma obra hipermidiática. A cada nova opção do leitor/usuário há o contato com um novo conteúdo, substituindo-se a atenção de um para outro”. Por isso, para Gosciola, os termos sugeridos “servem para descrever a estruturação da obra, mas não alcançam o seu modo de utilização” (2003, p.99-100).
Grandes dúvidas surgem dessa relação entre a construção do hipertexto (introdução de links) e a constituição de conteúdos “coerentes” com a captação da atenção do usuário e as idéias centrais.
Continua existindo uma idéia central? Do autor?
Ou as construções realmente passam a ser o resultado de investigações individuais?
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HIPERinteratividade
Wednesday 28 January 2004 - 14:40:56
Representa a possibilidade de acesso instantâneo a um volume de informações ilimitado, de forma multilinear, e de uma maneira a reorganizar os grupos de trabalho a partir de bases cooperativas e de múltiplas formas de interação, renovando a relação do usuário com os demais indivíduos inseridos no processo e, até mesmo, com a própria estrutura comunicativa.
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